No dia 22 de abril de 2010, a NASA reconheceu que o Hubble foi o  mais durável e  o mais prolífico observatório dos último 20 anos. O que seguiu dele foi uma das sagas mais importantes da era espacial. Com capacidade sem precedente, o Hubble se transformou num dos instrumentos científicos mais poderosos fabricados pelo homem, e sem dúvida o mais popular. Seus descobrimentos tem revolucionado a Astronomia assim como as outras Ciências Físicas, principalmente a Cosmologia.

Suas imagens são quase obras de arte, e sem dúvida são de outro mundo. Sua última foto mostra uma área do espaço muito pequena mas que é a maior região de nascimento de estrelas que já se conhece: A Nebulosa de Carina. Enormes colunas de Hidrogênio se misturando com a poeira do meio interestelar. A imagem mostra a parte superior dos pilares de quase três anos luz de comprimento, que está sendo “devorado” pela luz das estrelas próximas. Este gás é impulsionado de dentro pelas estrelas jovens que expulsam jatos de gás, e de fora da nuvem o gás é soprado pelas estrelas quentes que possivelmente foram formadas na própria nuvem.

A NASA e o Space Telescope Science Institute (STScI) comemoram a viagem do Hubble e a exploração com essa imagem nova e assombrosa. É uma oportunidade para as atividades educativas e para que as pessoas possam se achar como cientistas na poltrona de casa.

Lamentavelmente o Hubble está chegando ao final da vida útil e o ônibus espacial partiu para um último reparo. Agora é só esperar para o lançamento do novo telescópio espacial em 2014.

Nebulosa da Carina, fotografada pelo Hubble.