Intensa explosão estelar, que pode ser resultado de dois processos:

  • Reativação das reações de fusão nuclear em estrelas degeneradas – Pode ocorrer pelo acúmulo de material extraído de uma estrela companheira, aumentando a pressão no núcleo da estrela degenerada e dando início a novas reações de fusão nuclear;
  • Colapso gravitacional do núcleo de uma estrela de muita massa –  Quando cessam as reações de fusão nuclear no fim da vida de uma estrela de muita massa, o equilíbrio entre a gravidade (que tende a concentrar o material da estrela) e a pressão das reações de fusão (que tende a jogar material da estrela para fora) termina. A gravidade predomina e o núcleo estelar colapsa, havendo liberação de energia potencial gravitacional. O colapso gravitacional é a causa de todos os tipos de supernovas, exceto as do tipo Ia.
Supernova SN 1994D na galáxia NGC 4526 (Crédito: NASA)
Supernova SN 1994D na galáxia NGC 4526 (Crédito: NASA)

Devido à energia liberada no processo, uma supernova pode brilhar mais que uma galáxia inteira, mas por um curto período de tempo. O remanescente de uma supernova será uma estrela de nêutrons ou um buraco negro.

Existem dois tipos principais de supernovas, com subdivisões que determinam características de suas linhas espectrais:

Tipo I- dividido em Tipo Ia, Tipo Ib e Tipo Ic

Tipo II – dividido em Tipo II-P, Tipo II-L, Tipo II-N e Tipo II-b

 

Publicado por Leandro L S Guedes

Sou Astrônomo da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro, faço doutorado no curso de História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia, pela UFRJ, e nesse ano de 2013 estou passando alguns meses na Universidade de Notre Dame, EUA. Tenho interesses em: Astronomia, História, Epistemologia, Filosofia da Ciência.

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